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16 março 2006

DEBATE SOBRE DIREITOS DOS HOMOSSEXUAIS


No dia 22 de Março de 2006, o Grupo de Cidadãos Riomaiorenses promoveu um debate sobre os direitos dos homossexuais.

Foi na Sala de Leitura Ruy Belo, da Biblioteca Municipal de Rio Maior, e contou com a participação de Miguel Vale de Almeida, antropólogo, e de Joana Amaral Dias, psicóloga.

15 dezembro 2004



DEBATE SOBRE A DEGRADAÇÃO DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE




"A Degradação do Serviço Nacional de Saúde" foi o tema de um debate organizado pelo Grupo de Cidadãos Riomaiorenses. Teve lugar em Dezembro, no auditório da Biblioteca Municipal de Rio Maior e contou com a participação do médico Filipe Rosas, ex-director clínico do Hospital Distrital de Santarém. Foram moderadoras Carla Rodrigues e Lurdes Correia.

Região de Rio Maior, 7/01/2005, pág. 8

Grupo de Cidadãos de Rio Maior, dinâmicos e interessados riomaiorenses que procuram alertar e solucionar os problemas mais candentes da decadente sociedade portuguesa moderna.

(...)

À mesa foram colocadas diversas questões

(...)

A plateia esteve bastante participativa

Henrique de Oliveira, Tribuna, 22/12/2004, pág. 12

Filipe Rosas fala de saúde em Rio Maior

O Ribatejo, 16/12/2004, pág. 16


18 junho 2004

DEBATE SOBRE CIDADANIA E CRISE DA DEMOCRACIA



Com uma regularidade digna de registo e uma persistência invulgar, o Grupo de Cidadãos Rio Maiorenses trouxe atè à Biblioteca Municipal Laureano Santos, nesta cidade, novo tema para debate.

Tribuna, 10/06/2004, pág. 11


A cidadania e a crise da democracia foi o tema proposto para um debate promovido por um grupo de cidadãos. (...) Moderado por Luís Carvalho e Lurdes Correia, contou com a participação de Mário Sottomayor Cardia, antigo deputado e ministro da educação, actualmente professor de ciência política na Universidade Nova de Lisboa, e de Nuno Tito de Morais, jornalista e dirigente da ATTAC.
Da degradação do centro de saúde de Rio Maior até à globalização, de direitos dos trabalhadores ao sistema eleitoral português, dos problemas de ambiente a novas formas de cidadania para além dos partidos, diversas foram as abordagens ao estado a que chegou a democracia em Portugal trinta anos depois da Revolução de Abril.

Região de Rio Maior, 11/06/2004, pág. 9


Nestas eleições (para o parlamento europeu) não há a desculpa do "voto útil". Os nossos votos recairão directamente em quem desejarmos. Estão todos em pé de igualdade, independentemente do distrito eleitoral. Ainda há dias, num debate em Rio Maior sobre "A Crise da Democracia", o prof. Sottomayor Cardia dizia: "Se votasse em Rio Maior votaria PS, se votasse em Lisboa votaria Bloco de Esquerda". Referia-se naturalmente a eleições legislativas (...). O que não é a mesma coisa para as eleições para o PE. (Nestas) Votar em Lisboa, Santarém, Bragança, ou noutro distrito, todos os votos contam para eleger os deputados que desejamos.

Adelino Granja, 24 horas, 5/06/2004, pág. 32

23 maio 2004

DEBATE SOBRE A EUROPA



Para debater a Europa, um grupo de cidadãos riomaiorenses trouxe até Rio Maior a socialista Ana Gomes, o comunista Edgar Correia e Miguel Portas do Bloco de Esquerda.
Decorrido na Biblioteca Municipal de Rio Maior, no passado dia 19, o debate teve como moderadores Luís Carvalho e Sara Caldas.
As possíveis consequências do resultado das próximas eleições europeias sobre o governo português, o que teria acontecido a Portugal se não tivesse cumprido o limite do défice nas contas do Estado, o recente alargamento a dez novos países, a possibilidade de adesão da Turquia, o papel da União Europeia no Mundo, nomeadamente face aos Estados Unidos da América, e o projecto de constituição europeia contaram-se entre as questões abordadas.

Região de Rio Maior, 28/05/2004, pág. 10


Miguel Portas (...) afirmou-se contra o projecto existente de constituição europeia, argumentando que obrigará a um aumento das despesas militares e a um corte em investimentos e serviços sociais. Ana Gomes mostrou-se favorável, opinando que a Europa não poderá ter nenhum papel independente se não tiver dimensão militar. Edgar Correia insurgiu-se contra o processo de elaboração do projecto constitucional, por não ter resultado de uma assembleia representativa eleita pelos cidadãos europeus e defendeu a realização de um referendo sobre esta questão.
Uma das questões levantadas pelo público foi o que poderia ter acontecido a Portugal pelo não cumprimento do limite estabelecido na União Europeia para o défice nas finanças do Estado. Todos os oradores afirmaram que não teria havido penalização nenhuma, tal como tem acontecido com todos os outros países nessa situação.

O Ribatejo, 27/05/2004, pág. 16


De entre o público destaque para a presença de Adelino Granja, figura mediatizada pelo processo Casa Pia.

Radiomaior, 20/05/2004

06 maio 2004

DEBATE SOBRE DEPENDÊNCIAS: DO ÁLCOOL À DROGA



O álcool, o tabaco e sobretudo a toxicodependência foram os tipos de "dependências" mais abordados num debate organizado pela H2O - Associação de Jovens de Arrouquelas e um conjunto de cidadãos, do concelho de Rio Maior, que tem vindo a fomentar diversos debates temáticos, na noite de Quarta-feira, 28 de Abril, na Biblioteca Municipal Laureano Santos, em Rio Maior.
O debate, orientado por Eduardo Rodrigues e Marta Flor, contou com intervenções do convidados João Goulão, médico, ex-director do Serviço de prevenção e Tratamento da Toxicodependência e membro do Observatório Europeu da Droga e Toxicodependência, Joana Amaral Dias, ex-deputada do Bloco de Esquerda, Isabel Batista, psicóloga e coordenadora da Delegação de Santarém do Instituto da Droga e Toxicodependência (IDT) e Alexandre Jacinto, enfermeiro e presidente da H2O, associação parceira no Plano de Prevenção da Toxicodependência no Concelho de Rio Maior.

Região de Rio Maior, 7/05/2004, pág. 15

09 abril 2004

DEBATE SOBRE EDUCAÇÃO SEXUAL


O debate foi muito participado

A Educação Sexual dos jovens foi o tema do debate promovido por um núcleo de cidadãos, que tem vindo a organizar debates temáticos no concelho de Rio Maior, na noite de Quinta-feira, dia 25 de Março, na Biblioteca Municipal Laureano Santos, a partir das 21.00.
A obrigatoriedade desta disciplina nas escolas, a formação prévia de professores e encarregados de educação, preparando-os para melhor poderem formar e informar as crianças e jovens, a adaptação do programa dessa disciplina ao contexto geográfico, cultural e social de cada escola ou localidade, o papel da comunicação social nesta temática e a abolição de tabus e preconceitos da sociedade em geral e do poder político, foram alguns dos principais aspectos debatidos.
Carla Rodrigues e Lurdes Correia moderaram este debate que contou com um conjunto de convidados constituído por João Teixeira Lopes, sociólogo e deputado do Bloco de Esquerda à Assembleia da República, Vitor Martinho, psicólogo e Adelino Granja, advogado e um dos principais denunciadores do escândalo de pedofilia na Casa Pia.
(...)
Superando todas as expectativas, o debate foi bastante concorrido. A assistência, constituída por pessoas de escalões etários muito variados, o que trouxe maior riqueza e diferentes perspectivas ao debate, não se limitou a escutar, apenas, mas interveio quantitativa e qualitativamente.
Professores, representantes de associações de pais, psicólogos e outros profissionais da área da educação, constituíram o grosso da fatia de público presente, mas também lá estiveram pais e alguns jovens.

Região de Rio Maior, 2/04/2004, pág. 7


(...) elementos da assistência, em número bastante elevado, colocaram as mais pertinentes questões. A mesa respondeu a todas as perguntas formuladas em termos muito esclarecedores.

Tribuna, 1/04/2004


A cidadania "riomaiorense"

Participei na última quinta-feira, em Rio Maior, num debate sobre "educação sexual nas escolas", organizado pelo Grupo de Cidadãos Riomaiorenses (...).
Foi espontânea a presença de muitos alunos, pais, professores e psicólogos numa assistência que centrou o debate (...).
Luís Carvalho e Carla Rodrigues, dois jovens, (...) comunistas descontentes com a orientação do seu partido, criaram este movimento cívico e de cidadania que em apenas dois meses organizaram outros dois debates (...).

Adelino Granja, 24 horas, 27/03/2004, pág. 28

18 março 2004

DEBATE E APELO SOBRE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA


Cabeça Gorda, Rio Maior
Apelo contra violência doméstica

O Distrito de Santarém, apesar de ser um dos que regista um maior índice de violência doméstica, não tem nenhum serviço específico, nem de informação e atendimento, e muito menos de acolhimento provisório, para as mulheres vítimas dessa violência. Esta situação foi denunciada por Helena Pinto, presidente da UMAR (União de Mulheres Alternativa e Resposta), num debate sobre este tema que teve lugar no passado Domingo, 7 de Março, em Cabeça Gorda, Rio Maior.
Helena Pinto, que é responsável pela casa-abrigo para mulheres vítimas de violência do distrito de Lisboa, destacou o papel que as autarquias locais poderão desempenhar na criação daqueles serviços, dando exemplos concretos de municípios com dimensões tão díspares como Cascais e Sesimbra. "Claro que não podem fazer tudo sozinhas", disse. "Mas", acrescentou, "podem dar apoios, ceder espaços e despoletar acções em parceria nomeadamente com organizações não governamentais. Não podem é continuar a alhear-se deste problema!"
No final do debate, inserido nas comemorações do dia internacional da mulher, organizadas conjuntamente pela Comissão de Melhoramentos local e pelo movimento cívico Grupo de Cidadãos de Rio Maior, a maioria dos participantes subscreveu um apelo "às entidades competentes, nomeadamente as autarquias" do distrito de Santarém, "no sentido de se concretizarem medidas concretas de apoio às mulheres vítimas de violência", que "deveriam abranger as áreas de informação e atendimento, assim como de acolhimento provisório para mulheres e seus filhos e filhas".

O Ribatejo, 11/03/2004, pág. 16


Durante o debate também se falou acerca da despenalização do aborto. E da discussão que a Assembleia da República realizou sobre essa questão no passado dia 3 de Março. Várias foram as intervenções assumindo a opinião de que o aborto deveria ser despenalizado. Às quais Helena Pinto respondeu que, apesar de as propostas nesse sentido terem sido chumbadas no parlamento pela maioria PSD e CDS/PP, "todo o debate que existiu, a força da petição popular para que se realize um novo referendo... é um processo irreversível na nossa sociedade".

Região de Rio Maior, 12/03/2004, pág. 12


(...) após todos os presentes terem petiscado umas saborosas febras assadas na brasa, acompanhadas de pão caseiro e vinho tinto. (...) abriu seguidamente um espaço destinado ao debate que teve a participação muito interessada dos presentes.

TRIBUNA, 11/03/2004, pág. 10

11 março 2004

ENTREVISTA À RADIOMAIOR

RadioMaior(RM): Vamos falar com a Dra. Carla Rodrigues sobre um grupo de cidadãos riomaiorenses que se uniu e que promoveu no concelho de Rio Maior a petição propondo um novo referendo sobre o aborto, e organizou, no passado dia 28 de Janeiro, na Biblioteca Municipal de Rio Maior, um debate público sobre a despenalização do aborto. De seguida decidiram lançar aos deputados da Assembleia da República um apelo.
Dra. Carla Rodrigues, como é que surgiu este grupo de cidadãos interessados neste tema?


Carla Rodrigues (CR): Surgiu um bocado de conversas entre as duas pessoas que iniciaram o grupo, que fui eu e o Luís Carvalho. Passávamos a vida a dizer que havia necessidade de debate, que não se fazia nada aqui (em Rio Maior), que era um bocado um marasmo. Resolvemos passar da teoria à prática e fazer qualquer coisa. E em vez de passarmos o tempo todo a dizer que não se fazia nada, que não acontecia nada... resolvemos começar a fazer!

(RM): De tantos assuntos que podiam ser levados a referendo no nosso país, porque este do aborto?

(CR): Primeiro, porque é um tema de interesse geral. Depois porque era um tema que estava em discussão na altura, com a petição a propor que se fizesse um novo referendo.

(RM): Fizeram então um debate. A população compareceu em peso? Foi um debate aceso? Ou pelo contrário?

(CR): Não se pode dizer que tenha comparecido em peso. Mas acho que passou até para além das nossas expectativas. Tínhamos uma sala com cerca de 30 pessoas. O que, para um primeiro debate, achamos que foi óptimo.
Em termos de discussão, as coisas também correram bem. Porque as pessoas estavam interessadas no assunto, quer fossem a favor, quer fossem contra. E criou-se ali um espaço onde todas as pessoas discutiram livremente o tema, dando opiniões.

(...)

RádioMaior, 28/02/2004

01 março 2004

APELO POR REFERENDO SOBRE DESPENALIZAÇÃO DO ABORTO

O GRUPO DE CIDADÃOS riomaiorenses que, no passado dia 28 de Janeiro, promoveu na cidade de Rio Maior um debate sobre a despenalização do aborto, enviou aos deputados da Assembleia da República o seguinte texto:
- A entrega no Parlamento de uma petição com mais de 121 mil assinaturas, propondo a realização de um novo referendo sobre a despenalização do aborto; e o agendamento da discussão parlamentar sobre este tema, para o próximo dia 3 de Março, seguem-se a um amplo e intenso processo de participação cívica, que rompeu fronteiras partidárias, de classe social e religiosas.
Lamentamos o autoritarismo, o extremismo e a incoerência com que as direcções dos partidos de direita (CDS/PP e PSD) estão a abordar este problema - nomeadamente quando, até assumem ser a favor de que o aborto, dentro de determinados limites, deixe de ser crime, mas só admitem vir a permitir a alteração da actual lei através de um novo referendo daqui por dois anos. Até lá qual será o sentido de continuar o flagelo do aborto clandestino e o sofrimento de milhares de mulheres?
Porém, é também com preocupação que encaramos a possibilidade de desunião da esquerda na votação das várias iniciativas agendadas (pelo PCP, pelo PS e pela Petição Cívica para um novo referendo). Afinal o objectivo último é comum.
Em particular, vemos com apreensão o silêncio da direcção do PCP sobre se irá votar ou não a favor da realização de um novo referendo - nomeadamente depois de se ter recusado a apoiar a petição cívica que lançou essa proposta.
Para além de um apelo a todos os partidos de esquerda representados na Assembleia da República (PS, PCP, Bloco de Esquerda e Verdes) para que votem em unidade; fazemos um desafio a todos os deputados, para que, independentemente das suas opções partidárias e pessoais, dêem uma oportunidade ao povo de se pronunciar sobre esta questão através de um novo referendo.

Região de Rio Maior, 27/02/2004, pág. 21

DEBATE SOBRE A DESPENALIZAÇÃO DO ABORTO


Rio Maior discutiu o aborto
Precisamente no dia em que foi entregue uma petição à Assembleia da República, com cerca de 121 mil assinaturas, solicitando um novo referendo sobre a despenalização da interrupção voluntária da gravidez até às 10 semanas, o auditório da Biblioteca Municipal Laureano Santos, em Rio Maior, foi palco de um debate sobre o assunto, promovido por um grupo de cidadãos, na passada quarta feira, 28 de Janeiro, pelas 21.00.
Helena Pinto, animadora sócio-cultural e presidente da UMAR (União de Mulheres Alternativa e Resposta) e Cipriano Justo, doutorado em Saúde Comunitária e porta-voz da Renovação Comunista, foram os convidados que, juntamente com Carla Rodrigues e Luís Carvalho, este último, moderador do debate, ocuparam a mesa de honra, respondendo às questões de uma assistência interessada.
(...)
A assistência colocou questões, falou de casos particulares com contornos complicados e participou de forma interessada e consciente
(...)
Só em Rio Maior, assinaram a petição para um novo referendo sobre a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, cerca de 200 pessoas, que, segundo Luís Carvalho, são simpatizantes de todos os quadrantes políticos.
Neste debate falou-se do aborto como problema real que é, sem qualquer intenção partidária ou preconceitos. Foi uma iniciativa louvável que deveria ser tomada como exemplo para outros assuntos de interesse para a comunidade, a fim de fomentar a prática da cidadania.

Região de Rio Maior, 6/02/2004

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