tag:blogger.com,1999:blog-6546060.post-1079652548818033002004-03-18T23:27:00.000Z2006-03-22T00:58:16.846Z<div style="text-align: center;"><span style="font-size:180%;"><span style="font-weight: bold;">DEBATE E APELO SOBRE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA<br /><br /></span></span><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/3137/358/1600/DebateCGordaMesa04.02.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3137/358/320/DebateCGordaMesa04.02.jpg" alt="" border="0" /></a><br /></div><span style="font-style: italic;"></span><div style="text-align: justify;"><em>Cabeça Gorda, Rio Maior</em><br /><strong>Apelo contra violência doméstica</strong><br /><br />O Distrito de Santarém, apesar de ser um dos que regista um maior índice de violência doméstica, não tem nenhum serviço específico, nem de informação e atendimento, e muito menos de acolhimento provisório, para as mulheres vítimas dessa violência. Esta situação foi denunciada por Helena Pinto, presidente da UMAR (União de Mulheres Alternativa e Resposta), num debate sobre este tema que teve lugar no passado Domingo, 7 de Março, em Cabeça Gorda, Rio Maior.<br />Helena Pinto, que é responsável pela casa-abrigo para mulheres vítimas de violência do distrito de Lisboa, destacou o papel que as autarquias locais poderão desempenhar na criação daqueles serviços, dando exemplos concretos de municípios com dimensões tão díspares como Cascais e Sesimbra. "Claro que não podem fazer tudo sozinhas", disse. "Mas", acrescentou, "podem dar apoios, ceder espaços e despoletar acções em parceria nomeadamente com organizações não governamentais. Não podem é continuar a alhear-se deste problema!"<br />No final do debate, inserido nas comemorações do dia internacional da mulher, organizadas conjuntamente pela Comissão de Melhoramentos local e pelo movimento cívico Grupo de Cidadãos de Rio Maior, a maioria dos participantes subscreveu um apelo "às entidades competentes, nomeadamente as autarquias" do distrito de Santarém, "no sentido de se concretizarem medidas concretas de apoio às mulheres vítimas de violência", que "deveriam abranger as áreas de informação e atendimento, assim como de acolhimento provisório para mulheres e seus filhos e filhas".<br /><br /><strong style="font-style: italic; font-weight: bold;">O Ribatejo</strong><span style="font-style: italic; font-weight: bold;">, </span><strong style="font-style: italic; font-weight: bold;">11/03/2004</strong><span style="font-style: italic; font-weight: bold;">, pág. 16</span><br /><span style="font-style: italic; font-weight: bold;"></span><br /><br />Durante o debate também se falou acerca da despenalização do aborto. E da discussão que a Assembleia da República realizou sobre essa questão no passado dia 3 de Março. Várias foram as intervenções assumindo a opinião de que o aborto deveria ser despenalizado. Às quais Helena Pinto respondeu que, apesar de as propostas nesse sentido terem sido chumbadas no parlamento pela maioria PSD e CDS/PP, "todo o debate que existiu, a força da petição popular para que se realize um novo referendo... é um processo irreversível na nossa sociedade".<br /><br /><strong style="font-style: italic; font-weight: bold;">Região de Rio Maior</strong><span style="font-style: italic; font-weight: bold;">, </span><strong style="font-style: italic; font-weight: bold;">12/03/2004</strong><span style="font-style: italic; font-weight: bold;">, pág. 12</span><br /><br /><br />(...) após todos os presentes terem petiscado umas saborosas febras assadas na brasa, acompanhadas de pão caseiro e vinho tinto. (...) abriu seguidamente um espaço destinado ao debate que teve a participação muito interessada dos presentes.<br /><br /><strong style="font-style: italic; font-weight: bold;">TRIBUNA</strong><span style="font-style: italic; font-weight: bold;">, 11/03/2004, pág. 10</span></div>RioMaiorhttp://www.blogger.com/profile/15774872941560076315noreply@blogger.com